até R$ 40 milhões para projetos inovadores no agronegócio
A nova chamada voltada às cadeias agroindustriais sustentáveis é uma das mais estratégicas dentro do programa Mais Inovação Brasil. O foco é claro: financiar empresas que estão desenvolvendo tecnologia de verdade no agro — com impacto direto em produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar.
Aqui não se trata de melhoria incremental.
É inovação com risco tecnológico e potencial de transformação de mercado.
📌 O que é essa chamada?
Uma Subvenção Econômica à Inovação (recurso não reembolsável), em fluxo contínuo, destinada a empresas que atuam no agro com:
- Desenvolvimento tecnológico relevante
- Aplicação prática no setor produtivo
- Capacidade de escalar
✔ Projetos entre TRL 3 e TRL 8
✔ Projetos que chegam ao TRL 8 devem começar no máximo em TRL 6
✔ Submissões abertas por até 24 meses
🎯 Objetivo estratégico
A chamada busca:
- Aumentar a produtividade do agro brasileiro
- Fortalecer a segurança alimentar
- Reduzir dependência de tecnologia externa
- Estimular cadeias produtivas sustentáveis
- Alinhar o Brasil à Nova Indústria Brasil (NIB)
🌱 Linhas temáticas (onde estão as oportunidades)
1. Produtividade agrícola e segurança alimentar
- Bioinsumos (fixação de nitrogênio, solubilização de fósforo e potássio)
- Microrganismos para proteção de culturas
- Melhoramento genético com CRISPR e edição gênica
- Máquinas agrícolas (exceto soja, milho e cana)
- Sensores, drones e tecnologia hiperespectral
- Soluções para saúde animal
2. Sustentabilidade e nacionalização de tecnologia
- Desenvolvimento de máquinas hoje importadas
- Pós-colheita e industrialização de alimentos
- Tecnologias para leite, algodão, aquicultura
- Equipamentos com domínio produtivo nacional
⚠️ Não é permitido “tropicalizar” tecnologia:
é necessário dominar e desenvolver
3. Inovação em alimentos
- Biofortificação
- Alimentos funcionais (inclusive para nichos clínicos)
- Carne cultivada
- Embalagens inteligentes e comestíveis
- Tecnologias de rastreabilidade
4. Têxteis técnicos
- Têxteis para biossegurança
- Materiais inteligentes e biodegradáveis
- Aplicações no campo e na saúde
- Materiais de alta resistência (inclusive balísticos)
🏢 Quem pode participar?
Empresas brasileiras com fins lucrativos.
❌ Não elegíveis:
- MEI
- Empresário individual
- Associações e fundações
- Cooperativas
✔ Obrigatório:
Participação de ICT (universidade ou instituto de pesquisa) com papel técnico real
🤝 Estrutura do projeto
Arranjo Simples
- 1 empresa
- 1 ICT
Arranjo em Rede
- 1 empresa proponente
- mínimo 2 coexecutoras
- 1 ICT
✔ Pelo menos 5% do orçamento vai para a ICT
✔ Exige mais estrutura, mas aumenta robustez
💰 Quanto sua empresa pode receber?
- Arranjo Simples: R$ 5 a R$ 25 milhões
- Arranjo em Rede: R$ 5 a R$ 40 milhões
✔ Recursos liberados anualmente
📊 Contrapartida obrigatória
Depende do porte da empresa:
- Micro: 5%
- Pequena: 10%
- Média: até 40%
- Grande: até 50%
✔ Pode ser financiada
⏱️ Prazo de execução
- Até 36 meses
- Prorrogável
📅 Prazo de submissão
- Até 30 de setembro de 2026 (18h)
- Plataforma: financiamento.finep.gov.br
✔ Fluxo contínuo — quem se posiciona melhor, entra antes
🧠 Como os projetos são avaliados?
Etapa 1 – Habilitação
- Elegibilidade
- Estrutura do arranjo
- TRL compatível
- Capacidade financeira
- Documentação e vídeo
Etapa 2 – Mérito
Critérios principais:
- Grau de inovação
- Risco tecnológico
- Qualidade da equipe
- Intensidade tecnológica do orçamento
- Parceria com ICT
- Impacto no mercado
- Relevância para segurança alimentar
- Potencial internacional
- Impacto regional
🔴 Regras críticas:
- Nota 0 em critérios-chave = eliminação
- Pontuação final abaixo de 14 = reprovação
⚠️ O que mais reprova projetos
Esse é o ponto decisivo:
- Projeto caracterizado como engenharia de rotina
- Nacionalização sem domínio tecnológico real
- Melhoramento genético sem tecnologia de ponta
- ICT apenas “de fachada”
- TRL incompatível com a proposta
- Orçamento fraco em P&D
- Falta de conexão com segurança alimentar e sustentabilidade
📈 O que essa chamada exige de verdade
Essa linha não é para “melhorar o que já existe”.
Ela exige:
- Inovação profunda
- Base científica sólida
- Parcerias estratégicas reais
- Capacidade de execução
- Visão de impacto nacional
🤝 Como a Assessoria do Bem pode te ajudar
A maioria das empresas não perde essa oportunidade por falta de tecnologia —
mas por erro na estruturação do projeto.
A Assessoria do Bem atua em:
- Construção completa do projeto
- Enquadramento correto no TRL e na linha temática
- Estruturação técnica para maximizar pontuação
- Definição estratégica de parceiros e ICT
- Organização do orçamento com foco em aprovação
- Redução de riscos de eliminação
📩 Fale com a gente
Se sua empresa atua no agro e quer acessar recursos relevantes para inovação —
ou ainda não sabe se está pronta:
Entre em contato com a ADB (Assessoria do Bem).
Vamos analisar sua situação atual e te mostrar o caminho mais estratégico para transformar seu projeto em aprovação.




