até R$ 50 milhões para projetos de descarbonização
A chamada de Transição Energética é uma das mais estratégicas e robustas do programa Mais Inovação Brasil. Com um volume expressivo de recursos e foco direto na descarbonização, ela busca empresas capazes de desenvolver tecnologias que posicionem o Brasil na nova economia energética.
Aqui, o jogo é alto nível: inovação profunda, escala industrial e impacto real.
📌 O que é essa chamada?
Uma Subvenção Econômica à Inovação (recurso não reembolsável) voltada para projetos com:
- Risco tecnológico relevante
- Aplicação industrial
- Potencial de reduzir emissões e dependência externa
✔ Projetos entre TRL 3 e TRL 7
✔ Algumas linhas aceitam até TRL 8 (desde que iniciem entre TRL 3 e 6)
✔ Submissão em fluxo contínuo por até 24 meses
🎯 Objetivo estratégico
A chamada busca:
- Acelerar a transição energética brasileira
- Reduzir emissões de carbono
- Fortalecer a indústria nacional
- Diminuir dependência tecnológica externa
- Desenvolver cadeias produtivas estratégicas
⚡ Linhas temáticas (onde estão as oportunidades)
1. Geração de energia de baixo carbono
- Solar, eólica, biomassa, hidrelétrica, nuclear
- Sistemas híbridos
- Componentes industriais e equipamentos
2. Hidrogênio de baixa emissão
- Produção, armazenamento e transporte
- Aplicações industriais (hard-to-abate)
3. Armazenamento de energia
- Baterias avançadas (estado sólido, sódio, fluxo)
- Tecnologias emergentes de armazenamento
4. Transmissão e resiliência do sistema elétrico
- Monitoramento inteligente
- Mitigação de perdas e curtailment
- Estabilidade e resposta rápida
5. Biomassa para biocombustíveis
- Engenharia genética e plataformas microbianas
- Pré-tratamento e insumos
⚠️ Não inclui biogás e biometano
6. Combustíveis sustentáveis
- SAF (aviação), diesel verde, HVO
- Reatores, catalisadores e escalonamento industrial
7. Biogás e biometano
- Cadeia completa: produção, purificação e uso
- Automação e valorização de resíduos
8. Captura e uso de carbono (CCUS)
- Captura, armazenamento e utilização de CO₂
- Tecnologias como DACCS, BECCS
- Monitoramento e soluções digitais
🏢 Quem pode participar?
- Empresas brasileiras com fins lucrativos
- Cooperativas (nova possibilidade legal)
❌ Não elegíveis:
- MEI
- Empresário individual
- Associações e fundações
- Pessoas físicas
✔ Obrigatório:
Participação de ICT com papel técnico real
🤝 Estrutura do projeto
Arranjo Simples
- 1 empresa
- 1 ICT
Arranjo em Rede
- 1 proponente
- mínimo 2 empresas coexecutoras
- 1 ICT
✔ Pelo menos 5% do orçamento destinado à ICT
✔ Maior robustez e competitividade
💰 Quanto sua empresa pode receber?
- Arranjo Simples: R$ 5 a R$ 20 milhões
- Arranjo em Rede: R$ 5 a R$ 50 milhões
✔ Recursos liberados anualmente
📊 Contrapartida obrigatória
De acordo com o porte da maior empresa:
- Micro/pequena: 5% a 10%
- Média: até 40%
- Grande: até 50%
✔ Pode ser financiada via Finep
⏱️ Prazo de execução
- Até 36 meses
- Possibilidade de prorrogação
📅 Prazo de submissão
- Até 31 de agosto de 2026 (18h)
- Plataforma: financiamento.finep.gov.br
✔ Fluxo contínuo (vantagem para quem se antecipa)
🧠 Como os projetos são avaliados?
Etapa 1 – Habilitação
- Elegibilidade
- Estrutura do arranjo
- Participação da ICT
- Capacidade financeira
- Enquadramento técnico (TRL + linha temática)
Etapa 2 – Mérito
Critérios principais:
- Grau de inovação
- Risco tecnológico
- Qualificação da equipe
- Intensidade tecnológica do orçamento
- Relevância estratégica
- Impacto no mercado
- Parcerias
- Internacionalização
- Externalidades
- Impacto regional
🔴 Regras críticas:
- Nota 0 em critérios-chave = eliminação
- Pontuação final < 14 = reprovação
⚠️ O que mais reprova projetos
Aqui está o que elimina empresas nessa chamada:
- TRL mal definido ou incoerente
- ICT sem papel técnico real
- Projeto caracterizado como engenharia de rotina
- Orçamento pouco focado em P&D
- Falta de conexão com transição energética e descarbonização
- Capacidade financeira insuficiente para a contrapartida
📈 O que essa chamada exige de verdade
Essa é uma linha para empresas que querem jogar no nível industrial e tecnológico.
Ela exige:
- Profundidade técnica
- Estrutura de execução
- Clareza de impacto
- Estratégia de mercado
- Capacidade de transformar tecnologia em escala
🤝 Como a Assessoria do Bem pode te ajudar
Projetos nessa linha não são reprovados por falta de ideia —
mas por falta de estrutura estratégica e técnica na submissão.
A Assessoria do Bem atua em:
- Estruturação completa do projeto
- Enquadramento correto em TRL e linha temática
- Construção técnica para maximizar pontuação
- Definição estratégica de ICT e parceiros
- Organização do orçamento com foco em aprovação
- Redução de riscos de eliminação
📩 Fale com a gente
Se sua empresa atua com energia, sustentabilidade ou tecnologia industrial —
e quer acessar recursos relevantes para crescer:
Entre em contato com a ADB (Assessoria do Bem).
Vamos analisar sua situação atual e te mostrar o caminho mais estratégico para transformar seu projeto em aprovação.




