O Governo Federal lançou o Plano Safra 2026/2027, destinando R$ 525,1 bilhões para
impulsionar a agricultura empresarial. O programa amplia o acesso ao crédito,
fortalece investimentos em tecnologia e reforça a competitividade do agronegócio
brasileiro.
Além do financiamento da produção, um dos grandes destaques é o incentivo à
inovação, demonstrando que ciência, pesquisa e desenvolvimento continuam sendo
pilares para o crescimento do setor.
Mais investimentos para modernizar o campo: R$ 384,9 bilhões serão destinados ao
custeio e comercialização da produção, enquanto R$ 140,2 bilhões serão aplicados em
investimentos como irrigação, armazenagem, recuperação de áreas, aquisição de
máquinas e incorporação de novas tecnologias.
Outro destaque é a linha de R$ 10 bilhões, operada pela Finep com recursos do FNDCT,
destinada à aquisição de máquinas e equipamentos modernos, incentivando a
modernização do campo e o fortalecimento da indústria nacional.
A agricultura moderna depende cada vez mais de inovação. Tecnologias como
agricultura de precisão, inteligência artificial, sensores, drones, automação e softwares
de gestão aumentam a produtividade, reduzem custos e tornam o setor mais
competitivo.
Enquanto o Plano Safra facilita o acesso ao crédito para investimentos, a Lei do Bem
(Lei nº 11.196/2005) concede incentivos fiscais às empresas que investem em
Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I;). Dependendo do projeto, empresas
podem obter deduções fiscais e outros benefícios relacionados aos investimentos em
inovação.
A combinação entre crédito, inovação e incentivos fiscais cria um ambiente favorável
para empresas que desejam crescer, aumentar sua produtividade e desenvolver novas
tecnologias. Investir em inovação tornou-se um diferencial estratégico para o
agronegócio e para a indústria brasileira.
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